Digressão dos Sub18 do Crav à Irlanda do Norte
Reaviva protocolo de mais de 20 anos
Quase dez anos depois da última digressão à capital do Ulster, o CRAV Voltou a Belfest, Irlanda do Norte, na circunstância com a equipa de sub18. A digressão de cinco dias , de 8 a 12 de abril, serviu para reavivar um protocolo com o Methodist College, que data de 1998.
A comitiva, composta por 29 elementos, incliu jogadores,técnicos e dirigentes. O clube,esteve representado por Cândida Silva,Eduardo Pimenta; Miguel Correia e Carlos Lourenço. Com este intercâmbio, tem em vista desenvolver uma cooperação dinâmica e beneficiar da formação da excelência que caracteriza o râguebi irlandês.De resto, neste projecto de grande alcance, é justo realçar a cooperação e a amizade do ex- árbitro João Puga, um velho amigo do CRAV s do categorizado técnico irlandês David Wells.
A equipa do Crav sub18 Realizou dois jogos em terras irlandesas, nos quais obteve uma vitória e uma derrota. A formação do Crav teve oportunidade de trabalhar segundo uma metodologia de treino com a marca de Wells, além de ter partilhado uma experiência muito enriquecedora. Com tão boas sensações, os responsáveis decidiram que esta troca de experiências e de visitas passe a reeditar-se em intervalos mais curtos - de dois em dois anos.
Esta digressão constituiu mais uma experiência de internacionalização dos jovens numa perspectiva mais abrangente do que a componente desportiva, por tudo aquilo que propiciou em termos da partilha de conhecimento e de culturas. De resto , durante a estada, a comitiva visitou os grandes ex-líbrís de Belfast, devidamente documentados com Fotos.Com o estreitamento do calendário de visitas, 2013 é já ali...
Veteranos Crav 1º Jogo do Ano
Com a presença do Whitby em Arcos de Valdevez e com a disponibilidade e vontade dos adultos da comitiva em fazer um jogo de veteranos, o CRAV resolveu apresentar um misto dos dois clubes e chamar os veteranos do CDUP para o efeito. Deste modo, no dia 16, às 12 horas, aconteceu o desejado: um CRAV/Whitby contra o CDUP em veteranos. Sobre o jogo propriamente dito pouco haverá a dizer. Muito calor, poucas pernas, pouco ritmo, mas muita boa disposição. Com efeito, foi num ambiente descontraído que o jogo se realizou. Sobre o resultado pouco interessará falar. Ficou a boa disposição de todos os participantes, que foi selada com um magnífico almoço.
CRAV 26 vs 10 WITHBY R. U. F. C.
14.04.2011, pelas 18.30 horas, no Estádio Municipal de Arcos de Valdevez.
Resultado ao intervalo: Crav 12 vs Withby 10
Alinharam pelo CRAV os seguintes jogadores:
1.Victor Brito; (5 pts)
2.Patrick Barbosa; (5pts)
3.Luís Lourenço (Nino);
4.José Lago Gonçalves;
5.João Miguel Soares;
6.Daniel Neiva;
7.Fábio Pereira;
8.Luís Tenente;
9.Luís Pedro Pereira;
10.Joel Gomes; (2+2+2pts)
11.Nuno Amorim (Faísca);
12.Marco Gomes;
13.Óscar Pereira; (5+5 pts)
14.Cristiano Silva;
15.Paulo Rocha;
16.Rafael Rodirgues;
17.André Fernandes (Azeitona);
18.Fernando Morant;
19.Luís Veloso Pereira (Nascimento);
20.Ricardo Cunha.
Treinador: Eugénio Martins
Delegado ao jogo: João Cruz
Árbitro: David Pereira
Foi com enorme prazer que o CRAV recebeu a equipa inglesa de Withby (sul de Inglaterra), a sua estadia irá prolongar-se até à próxima Segunda-feira. De entre as várias actividades e jogos, a realizar na sua digressão, o CRAV foi um dos adversários...
Como já era de esperar o Withby presenteou-nos com um jogo “cheio de coração” e de velocidade. É contagiante assistir a tamanha entrega e alegria de jogar. Inicialmente estivemos num processo defensivo, algo expectantes. Ambas as equipas a usar bem a posse de bola, mas o Withby mostrou-se mais agressivo e mais rápido, tanto a jogar à mão como na transição entre formações espontâneas.
No intervalo concordamos que não deveríamos ser tão bondosos, que era necessário oferecer o nosso melhor áqueles que nos visitavam. E foi o que aconteceu! O Withby não conseguiu gerir o facto de jogar-mos de igual-para-igual, destabilizou-se um pouco e foi o bastante para nos adiantarmos no resultado.
Acabamos vitoriosos! Mais importante foi a experiência vivida, dentro e fora de campo. Acreditamos que estas iniciativas trazem oportunidades de melhorar o nosso rugby e de dar novas perspectivas aos nossos atletas.
Agradecemos a presença e contributo do Withby. Deixamos um abraço ao Amigo Simon Dixon por ter tornado possível este projecto.
Saudações Rugbísticas!...
Monday 11th April saw Belfast Harlequins Youth Section play their first ever international match when they entertained CRAV Rugby from Portugal. Our opponents were on a 4 day tour of Northern Ireland and had played an MCB Development XV on the Saturday. The match could not have got off to a worse start for Harlequins as CRAV raced away to score two tries in the first 6 minutes. The first of these tries was scored by a very powerful and strong running centre who the Harlequins players found very difficult to tackle throughout the match. The second try was as a result of another powerful backs move which eventually saw the right winger going over in the corner. Both scores were converted and Harlequins found themselves 14-0 down at an early stage. On 19 minutes there was another score in the corner by the same winger and with the conversion being missed Harlequins were now 19-0 down. The CRAV backs continued to put the Harlequins backs under a lot of pressure with their strong, aggressive running. There were a number of missed tackles in the early stages of the match as our guys seemed to be shell-shocked by their opponents. In the pack we were strong in the scrum and in the loose but struggled in the line-outs with CRAV winning a majority of the possession. As the match progressed Quins started to settle down and try to play some rugby. Nial Morris, Scott McAteer were very strong in the loose and in making some big tackles. Eamon took the ball on well and with Kevin also making strong runs we were starting to make some ground. There were no more scores in the first half leaving the score Harlequins 0 - 19 CRAV. The improved first half performance continued at the start of the second half and on 3 minutes Quins were awarded a penalty. In an attempt to get some points on the board we opted to kick for goal but unfortunately the penalty was missed. Not to be put off by this Quins continued to put CRAV under pressure and were rewarded on 7 minutes when Daniel Smyth went on a strong run and having broken through a number of tackles touched down under the posts. John Bennington was successful with the conversion leaving the score 19-7 in CRAVs favour. As the half progressed Quins continued to attack the CRAV line but were unable to add to their points tally. CRAV then broke from their own half to score another converted try. Harlequins started to fade as the game came to an end and despite a few substitutions were unable to stop CRAV from scoring a further two tries leaving the final score 38-7 to CRAV. Despite the disappointing score it was a great learning experience for the boys and all really enjoyed their first experience of international rugby.
CRAV regressa à Irlanda
Na próxima sexta-feira, o CR Arcos de Valdevez volta a Belfast, Irlanda do Norte, agora com a equipa de sub-18, numa digressão de cinco dias para reaviva um protocolo com mais de 20 anos.
Quase 10 anos depois da última visita do clube minhoto ao Methodist College, em Outubro de 2001 e após quatro digressões para cada lado, a cooperação entre as duas instituições deverá ganhar novos contornos e um calendário de visitas regulares que deverão ocorrer de quatro em quatro anos.
Com este intercâmbio, o clube do Alto Minho pretende beneficiar da excelente formação dos irlandeses, da qual já usufruíram por diversas vezes desde Outubro de 1988, altura da primeira deslocação à capital do Ulster, fruto da amizade do ex-árbitro João Puga e de David Wells, um dos mais emblemáticos técnicos irlandeses.
Contudo, a cooperação não deverá ficar-se pelos escalões de formação, devendo alargar-se a outras áreas do jogo, estando prevista a possibilidade de trabalho com treinadores e até na preparação física.
Para já os responsáveis pela iniciativa preferem falar numa cooperação dinâmica a ajustar conforme o trabalho que for desenvolvido.









